segunda-feira, 24 de outubro de 2022

[+/- OFF] ELEIÇÕES 2022 - Meu posicionamento

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As eleições presidenciais de 2022 já há muito tempo tem dividido opiniões e causado grandes discussões, temores e expectativas. Passado o 1º turno, quero deixar aqui meu posicionamento com o intuito de que quem que leia possa refletir e considerar.


Contexto


Focando apenas da disputa presidencial, temos de um lado o atual presidente Jair Bolsonaro e do outro Lula da Silva. Apesar de eu não inserir muitos indícios disso neste blog ou na página do facebook, quem me conhece pessoalmente sabe o quão óbvia para mim é decisão de votar em Bolsonaro contra a volta do PT e seu líder máximo ao poder.

Desde que Bolsonaro passou a ter algum destaque na grande mídia foi tratado com desdém e repulsa, porém em muitos casos esse ódio ocorria devido a VERDADES que o então deputado dizia abertamente. Desta forma, ele se destacou como um político que discursava contra a maré, não somente da mentalidade "midiática" quanto da política. Com falas muitas vezes grosseiras ou nada empáticas, errou muito principalmente na "estética" (como disse bem o Caio Coppolla), porém acertou muito no conteúdo, na contramão do politicamente correto empurrado goela abaixo por muitos grupos.
Conseguiu se eleger presidente, a meu ver, principalmente por se mostrar indignado com os rumos do país e se mostrar como uma figura distinta que poderia lutar "contra tudo e contra todos" para se aproximar mais desse ideal. E a maioria da população, cansada dos desgovernos petistas, deu-lhe a chance.

Do outro lado, uma figura caracterizada como a principal liderança da Esquerda política, com uma trajetória que vem desde os anos 80 e passa por 2 presidências que exerceu diretamente e mais 2 presidências da candidata de seu partido logo em seguida. Governos que alegam ter elevado as vidas dos mais pobres e desenvolvido o país em vários setores, quando na realidade são símbolos históricos dos maiores esquemas de corrupção já realizados no país, com aparelhamento de diversas instituições estatais. Além disso, houve grandes financiamentos em obras realizadas em outros países (cujas lideranças eram aliadas ideologicamente), enquanto a infra-estrutura do nosso país clamava e clama por mais estruturação. Ou seja, enormes desvios em nome da ideologia.
Esse candidato inclusive foi preso, condenado em três instâncias, mas D-E-S-C-O-N-D-E-N-A-D-O (e não inocentado) graças a uma manobra do STF. 
Os ministros alegaram  entre outras coisas a "suspeição" do juiz Sergio Moro para julgar esse caso. Ministros estes cuja maioria foi indicada pelo PT aos seus postos.


Voltando ao presidente Bolsonaro, está nesse ano completando seu mandato, tendo que lidar com pandemia e guerra no exterior como gravíssimos fatores que atrapalharam a economia global, porém ainda assim demonstrando alguns avanços na própria economia e em outras áreas como segurança.
Durante a pandemia, teve falas inapropriadas e comportamentos inadequados, mas foi um dos poucos defensores da LIBERDADE das pessoas e alertava sobre a preocupação com a ECONOMIA. Enquanto a grande mídia e muitos governantes (governadores e prefeitos) aproveitaram a situação para praticamente escravizar cidadãos sob a alegação de que era para o bem geral (a ponto de trancarem e soldarem portas de estabelecimentos e multarem comerciantes), Bolsonaro foi um dos raros que defenderam cuidados com a pandemia mas sem fechamento geral, para não gerar desemprego e miséria para aqueles que não poderiam trabalhar trancados em suas casas. A mídia alastrou o slogan "FIQUE EM CASA", usando artistas (que geralmente não precisam sair todo dia de casa em busca do dinheiro pra almoço e janta) para conclamar a obediência civil dos ouvintes, e recentemente fingiram que o slogan tinha um acréscimo: "SE PUDER". Mas lembramos que não era "FIQUE EM CASA SE PUDER", mas apenas "FIQUE EM CASA" e o acréscimo para os que questionavam ou não podiam simplesmente cumprir era "O CHORO É LIVRE" (conforme a apresentadora Maju).
Por diversas vezes enfrentou forte oposição de outros poderes, sendo o Judiciário o seu principal adversário. E recentemente (10/2022), fica claro abuso dessa categoria, com censuras descaradas a conteúdos de Direita, que qualquer pessoa bem-intencionada pode notar com facilidade.
Houve cortes de verbas destinadas a certos grupos, que naturalmente se tornaram inimigos desse governo, alegando a destruição ou desprezo à arte e à cultura, quando na verdade o que houve foi uma grande seca nas tetas que muitos artistas mamavam antes fartamente, mesmo produzindo obras pífias e de mal-gosto.
Adequadamente ou não, Bolsonaro se tornou a principal figura da Direita política brasileira.


Primeiro turno


(Ver os aliados nessa foto já é o suficiente para que eu escolha o outro lado.) 

Durante o primeiro turno e até mesmo meses antes dele se faziam muitas previsões e planos sobre o que viria a acontecer. O fato é que, a Esquerda e a Direita já teriam suas principais figuras, com a descondenação de Lula e a possibilidade de reeleição de Bolsonaro, mas falava-se na possibilidade de uma terceira via que representasse um plano intermediário ou menos extremista como opção. Surgiram então alguns nomes como supostos pré-candidatos, como: Mandetta (ministro da Saúde no início da pandemia), Amoedo (fundador do Partido Novo que "se afundou" nos últimos anos mostrando sua verdadeira face), Doria (ex-governador que destruiu sua imagem com a demagogia e a forma ditatorial que conduziu São Paulo durante a pandemia), Sergio Moro (ex-juiz e ex-ministro da Justiça no governo Bolsonaro, mas que se tornou seu crítico ao deixar o cargo) e Ciro Gomes (famoso falastrão). Destes, apenas Ciro Gomes (PDT)  superou a fase de pré-candidato, tendo todos os demais desistido nessa fase ou antes. Além dele, Simone Tebet (MDB) também se colocou como essa opção de terceira via, contra Bolsonaro e Lula, enquanto que os demais candidatos só foram cumprir tabela e no máximo afagar ou atacar outros candidatos (com exceção do candidato do Partido Novo, que talvez fosse o único da real terceira via, mas sem chances de eleição)...

Sendo assim, os reais candidatos na disputa foram Bolsonaro, Lula, Ciro Gomes e Simone Tebet. Os dois últimos se esforçaram para mostrar que eram independentes e combatiam tanto Bolsonaro quanto Lula, a ponto de haver principalmente da parte de Ciro Gomes ataques contundentes ao petista...
Mas houve um grande movimento na Esquerda para que os seus eleitores divididos entre Lula, Ciro e Tebet "deixassem as diferenças" para que votassem no Lula e a eleição se decidisse no primeiro turno.
Os instituitos de pesquisa passaram a sugerir que Lula poderia vencer no primeiro turno, e o que veio a acontecer foi a concretização da polarização mas sem definição no primeiro turno, com Lula (cerca de 48% dos votos válidos) à frente de Bolsonaro (cerca de 43% dos votos válidos) e SImone Tebet em terceiro lugar com cerca de somente 4% dos votos válidos....
Bolsonaro precisaria então reverter essa vantagem petista no segundo turno, focando principalmente na "conquista" dos votos daqueles que abstiveram (20%) e tentando converter votos de outros candidatos para si.


Segundo turno



Como eu já mencionei, durante o primeiro turno os candidatos Ciro e Tebet se mostraram anti-Lula e anti-Bolsonaro, porém bastou o resultado do primeiro turno para que ambos abanassem os rabos para o petista. Ciro de forma mais discreta disse apenas que seguiria a decisão do partido em apoiar Lula, enquanto que Tebet participou até mesmo da propaganda eleitoral lulista alegando que o mesmo (o "descondenado" preso por corrupção) era garantia de democracia (entre outras coisas)... Ela já havia dado sinais de que correria pro lado esquerdo quando questionada por Bolsonaro em um debate sobre declarações de sua então vice (Mara Gabrilli), que afirmou que Lula pagou milhões para que fosse encoberta sua mentoria no assassinato do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel. Ao invés de opinar (já que SUA VICE havia afirmado), ela colocou o rabo entre as pernas e disse que ele deveria perguntar ao Lula diretamente, e mudou de assunto....

Por outro lado, Bolsonaro conseguiu entre os principais apoiadores, os governadores de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de Deltan Dallagnol e o próprio Sergio Moro.


AS OPÇÕES


Dentre as possibilidades para os eleitores, há:
  • voto em Bolsonaro;
  • voto em Lula;
  • voto nulo ou em branco;
  • abstenção.
Antigamente os votos em branco eram considerados válidos, e eram direcionados aos candidatos em vantagem, mas hoje tem o mesmo efeito dos votos nulos, ou seja, não são válidos.
No caso da abstenção, se não houver justificativa válida o eleitor terá que pagar um multa por não votar, uma vez que no Brasil o voto é OBRIGATÓRIO. Um "direito forçado"....

Dentre os votos válidos, caberá o eleitor escolher entre Bolsonaro e Lula, e abaixo seguem minhas considerações sobre o porquê votarei em Bolsonaro e recomendo, mas com adendos:

BOLSONARISMO

Alguns fatos que não podem ser ignorados são:

IDOLATRIA: Muitas pessoas transformaram Bolsonaro numa espécie de Messias, crendo cegamente na sua pessoa. bíblia nos exorta para não colocarmos nossa confiança em homens, mas sim apenas naquEle que é perfeito. Mesmo que atualmente o Bolsonaro seja o principal representante da Direita, ele "passará" e portanto somente os princípios devem prevalecer. Não deve haver culto à pessoa mas sim defesa de princípios.

MENTIRA: Bolsonaro tinha um forte discurso contra o chamado "CENTRÃO", mas posteriormente se aliou a eles, inclusive dizendo que "sempre fez parte do centrão", com certa desfaçatez. Muitos alegam que sem essa aliança não seria possível conseguir certas aprovações em votações de pautas do governo (e eu até acho que é verdade, por meios legais), mas de fato houve descumprimento de promessa.

CRISTIANISMO: Embora Bolsonaro se considere cristão, no máximo é um cristão nominal conforme a bíblia. Seus atos não são de um convertido de fato, a ponto de ter participado de ato religioso hindu em outro país com a alegação de ser apesar por formalidade. Seu conhecimento teológico é pequeno e tristemente tem se cercado de líderes evangélicos que tendem a piorar esse quadro, pois pregam uma mensagem distorcida do evangelho.
Desta forma, ele pode ser considerado um aliado dos cristãos, mas não é verdadeiramente um cristão regenerado com cosmovisão bíblica.

LULOPETISMO 

A respeito do concorrente de Bolsonaro e o seu partido (PT), haveria aqui uma lista infindável de motivos para crítica, sendo que já mencionei a CORRUPÇÃO como marca recordista nesses "desgovernos", mas poderia falar também da ideologia fracassada do SOCIALISMO que eles defendem e que só leva à miséria quando aplicado, além da prática contumaz da MENTIRA em seus discursos quase na mesma frequência com que respiram. O próprio Lula disse no passado que inventava números absurdos para fazer críticas ao governo vigente.
Recentemente se fala do medo do Lula atacar a Igreja caso eleito, como alguns dos seus "companheiros" fizeram ou fazem em outros países. A Esquerda nega veementemente (mesmo que desejando isso), afirmando que Lula e o PT respeita todas as religiões e as favorece, mas tendo em vista o tratamento repulsvo com que eles tratam a ortodoxia cristã e apoiam tudo que é contrário à fé cristã, a preocupação é legítima.
No debate do dia 16/10/2022, Bolsonaro questionou ao Lula sobre sua parceria com o ditador da Nicarágua (que o cumprimentou pela vitória no primeiro turno) e o petista tergiversou constrangido, se arriscando pouco na resposta. Esse ditador tem perseguido os cristãos naquele país, assim como muitos outros líderes alinhados à ideologia socialista também o fizeram. 
Não creio que no Brasil venha a ocorrer algo tão abrupto, mas vê-se que o uso da CENSURA e até mesmo imposição de restrições para realização de cultos JÁ SÃO reais aqui, então uma política que reforce o POLITICAMENTE CORRETO gradativamente atuará contra a pregação do evangelho (que aponta o problema do pecado e sua ÚNICA solução). E aí abre-se espaço apenas para religiões que se adequem a esse padrão estatal, e quem sabe passem a permitir apenas o "cristianismo" maculado e apodrecido pelo liberalismo teológico...


ESCOLHER COM BASE EM QUÊ?


Depois dessa brevíssima exposição de ambos os lados, uma questão que devemos considerar é: quais devem ser suas atribuições?? E como não poderia deixar de ser, a bíblia nos traz princípios como parâmetros:

Nomeiem juízes e oficiais de cada uma de suas tribos em todas as cidades que o Senhor, seu Deus, lhes dá. Eles julgarão o povo com justiça.

(Deuteronômio 16:18)

Notamos aqui que no primeiro modelo de governo das tribos, havia juízes nomeados pelo próprio povo, e JULGAR COM JUSTIÇA deveria ser a sua grande atribuição.

Mas prevendo o desejo do povo pela figura humana de um comandante de governo que os conduzisse assim como os demais povos, Deus os alertou sobre os problemas (I Samuel 8) mas assim permitiu deixando instruções de como o rei deveria agir (Deuteronônio 17:14-20).

Dentre essas atribuições, o rei deveria aprender a temer ao Senhor seu Deus, para guardar todas as palavras desta lei, e estes estatutos, para cumpri-los para que o seu coração não se levante sobre os seus irmãos, e não se aparte do mandamento (vs. 19,20)

Ou seja, ele não deveria se colocar acima dos outros, com base no conhecimento e prática da Justiça dos estatutos divinos.

Esse era um contexto em que Israel tinha a chance de praticar sua forma de governo livremente, sem precisar de submeter a algum Império. Já no Novo Testamento o contexto é de domínio do Império Romano, que inclusive permitia que os judeus praticassem sua religião e sistema civil de leis, mas aplicavam restrições.

Nesse contexto, em que não havia "democracia" (a não ser quando Pilatos concedeu a escolha de quem o povo queria libertar), a população não tinha a chance de eleger governantes, mas o desejo do apóstolo Paulo inspirado pelo Espírito Santo era de que os crentes orassem para que Deus lhes concedesse autoridades benevolentes: 

Em primeiro lugar, recomendo que sejam feitas petições, orações, intercessões e ações de graça em favor de todos, em favor dos reis e de todos que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida pacífica e tranquila, caracterizada por devoção e dignidade.
(1 Timóteo 2:1,2)
Paulo não esperava por autoridades cristãs, mas orava para que mesmo as autoridades ímpias lhes desse condições favoráveis para viver em paz e piedosamente.

Além disso, seu desejo era que o evangelho pudesse ser pregado sem empecilhos:

Finalmente, irmãos, pedimos que orem por nós. Orem para que a mensagem do Senhor se espalhe rapidamente e seja honrada por onde quer que vá, como aconteceu quando chegou a vocês.
Orem também para que sejamos libertos dos perversos e maus, pois nem todos têm fé.
(2 Tessalonicenses 3:1,2)
Ou seja, mesmo não tendo acesso ao voto para definir seus governantes, Paulo sabia da total Soberania de Deus, e que Cristo é o Rei Supremo deste mundo, então pedia que os crentes orassem para que Deus usasse Seus mensageiros e desse as condições para que a mensagem prosperasse.
Ele bem sabia que "o coração do rei é como canais de águas controlados pelo Senhor; Ele os conduz para onde quer." (Provérbios 21:1).

O mesmo apóstolo também reforçou na carta aos romanos, qual deve ser a legítima atribuição das autoridades:
Todos devem sujeitar-se às autoridades, pois toda autoridade vem de Deus, e aqueles que ocupam cargos de autoridade foram ali colocados por Ele.
Portanto, quem se rebela contra a autoridade se rebela contra o Deus que a instituiu e será punido.
Pois as autoridades não causam temor naqueles que fazem o que é certo, mas sim nos que fazem o que é errado. Você deseja viver livre do medo das autoridades? Faça o que é certo, e elas o honrarão.
As autoridades são servos de Deus, para o seu bem. Mas, se você estiver fazendo algo errado, é evidente que deve temer, pois elas têm o poder de puni-lo, pois estão a serviço de Deus para castigar os que praticam o mal.
Portanto, sujeitem-se a elas, não apenas para evitar a punição, mas também para manter a consciência limpa.
(Romanos 13:1-5)
Esse texto é a principal base bíblica para definição do papel das autoridades civis.
Ele traz tanto a visão pelo aspecto da soberania divina ao dizer que "toda autoridade vem de Deus" (mesmo as injustas, atendendo ao propósito divino), quanto a descrição das funções que as autoridades justas devem exercer.
O foco aqui é a aplicação da justiça. A autoridade deve honrar ao que faz o bem e castigar os que praticam o mal. Às autoridades foi dado o poder de punir (foi dada a espada, conforme algumas traduções), justamente para que sejam representantes de Deus na aplicação da justiça contra os malfeitores.
Nesse sentido, pode-se dizer que a autoridade justa ama o bem e odeia o mal.


ORARE ET "VOTARE"


Dito tudo isso, pergunto: Faz sentido orar por uma coisa (conforme o apóstolo pede) mas votar em quem propõe ou tem o histórico de fazer o contrário??

João Calvino, em um de seus comentários, exorta: "E vós, Ó povos, a quem Deus deu a liberdade de escolher seus próprios magistrados, cuidem-se de não se privarem deste favor, elegendo para a posição de mais alta honra, patifes e inimigos de Deus."

Infelizmente a indevida interpretação do que é Estado laico e até mesmo do que de fato significa a separação entre Igreja e Estado faz com que muitos crentes "entreguem o mundo ao diabo" ao invés de pensarem a política com base nos princípios bíblicos. Eles ignoram que as autoridades justas são aquelas que agem como servas de Deus, de seus preceitos, e não aquelas que seguem algum documento humano em conflito com a Palavra de Deus.

Considerando tudo isso, deveria eu votar em alguém que se propõe a defender os princípios bíblicos (mesmo que não os pratique devidamente) ou em alguém que defende pautas totalmente contrárias a esses princípios??

Se a grande função de um governante é aplicar a justiça, punindo o mal

devo votar em quem condena a criminalidade com veemência 
ou em quem sugere que criminosos são "vítimas da sociedade"?? 

Devo votar em quem apoia a legítima defesa 
ou em quem apoia ditaduras e diz que somente as autoridades devem controlar as armas??

Devo votar em quem apoia a liberdade de expressão e de culto 
ou em quem diz que aqueles que dizem algo julgado como falso devem ser "educados" através de censura??

Devo votar em quem apoia o direito à propriedade 
ou em quem apoia movimentos que invadem e vandalizam propriedades??

Devo votar em quem condena a sexualização precoce das crianças 
ou em quem defende que as escolas devem ensinar desde bem cedo sobre sexo e opções sexuais??

Devo votar em quem promete vetar tentativas de regulamentação do aborto 
ou em quem diz que é uma questão de saúde pública e que a mulher não deveria ter vergonha de praticar??

Devo votar em quem durante a pandemia defendeu a liberdade e que todo trabalho é essencial a quem vive dele 
ou em quem afirmou que a natureza criou o vírus para que as pessoas percebam que somente o Estado é capaz de dar a solução??


CONCLUSÃO


Feita essa comparação, repito que meu voto será em Bolsonaro, pois mesmo estando bem distante do candidato ideal que eu busco, ainda é o mais próximo. Há um abismo entre ambos.....

Se após ler tudo isso, você se mantem convicto em não votar em ambos, eu consigo compreender e até respeitar o seu posicionamento, mas pediria que repense nas possíveis consequências quando for definido o vencedor. Mesmo que entenda que ambos são muito ruins, peço que reconsidere a possibilidade de eleger o "menor pior" visando consequências menos preocupantes.

Mas se pretende votar em Lula, peço que: reveja sua cosmovisão; procure confirmar o que eu disse a respeito dele e seu partido; consulte pastores e estudiosos das Escrituras que enxergam esse abismo que existe entre os princípios cristãos e o discurso e a prática desse sujeito; e que ore por iluminação divina.

Independentemente disso, lembremos que:
Ele muda o curso dos acontecimentos; remove reis de seus tronos e põe outros no lugar. Dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos eruditos.
(Daniel 2:21)
Ou seja, Deus é quem está no controle de tudo, e concede autoridade a quem quer. Não sabemos quem será eleito e o que vem pela frente, mas sabemos que Deus continua reinando e que tudo coopera para nosso bem (Romanos 8:28). Talvez soframos o Juízo pelos pecados dessa Nação através dessa eleição, ou quem sabe Deus tenha planos de mudanças.

O que podemos fazer é clamar por Justiça e Misercórdia:
Que Deus seja misericordioso e nos abençoe. Que a luz de seu rosto brilhe sobre nós. Interlúdio
Que teus caminhos sejam conhecidos em toda a terra, e tua salvação, entre as nações de toda parte.
Que os povos te louvem, ó Deus, sim, que todos os povos te louvem.
Que o mundo inteiro cante de alegria, pois governas os povos com justiça e guias as nações de toda a terra. Interlúdio
Que os povos te louvem, ó Deus, sim, que todos os povos te louvem.
Então a terra dará suas colheitas, e Deus, o nosso Deus, nos abençoará ricamente.
Sim, Deus nos abençoará, e todos os habitantes da terra o temerão.
(Salmos 67:1-7)

E que não percamos de vista que a Salvação eterna das almas deve ser a prioridade neste mundo. Que não esqueçamos que não fomos abandonados por Ele, mesmo quando situações drásticas se aproximam. E que além disso nosso desejo seja o bem do próximo e a glória de Deus sendo realizados aqui nesse mundo caído e eternamente após a Redenção da Criação.

Amém.