segunda-feira, 22 de novembro de 2010

IMPRENSA: Inimiga ou Aliada??

Encontrei outro dia minha prova do Enem de 2004, e no verso do caderno tem o esboço da minha redação.. Lendo o texto percebi que minha visão não mudou nesses anos, então tiraria outro 100.. rs

Como trata de "liberdade" e esse é um dos assuntos que eu mais cito, resolvi postar aqui no blog a minha redação, cujo tema proposto era: "Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação?"


Imprensa: Inimiga ou Aliada??

Acompanhando a programação da TV durante um dia, pode-se notar o quão pobre é a informação que é transmitida ao povo. Pouco se aproveita de uma programação que busca audiência se utilizando de métodos baixos e muitas vezes imorais.

Trocando os canais durante um certo horário, a pessoa há de se deparar com traições simuladas, violência explicitada, pessoas ignorantes se degladiando por motivos banais, programas que mostram a intimidade de pessoas desconhecidas, que pouco depois se transformam em celebridades, entre outras coisas. 

Esse seria um problema fácil de se encobrir, apenas se desligando o televisor, mas infelizmente a grande massa realimente "se alimenta" disso, o que explica o baixo nível de esclarecimento do povo brasileiro. Mas por outro lado, isso não resolve o problema, já que a TV (assim como os outros meios de comunicação) tem o dever de instruir o povo através de informações de utilidade pública e da conscientização política e social. Desta forma, os responsáveis pela verificação da "qualidade na imprensa", deveriam ter uma atitude mais dura que visasse a ética na imprensa, criando certas "regras" que, mesmo permitindo a liberdade de expressão, punissem atos desleais e vexatórios de exploração moral de pessoas que nem sabem como se defender.

Sendo assim, tendo o poder de agir, as entidades responsáveis devem ter pulso firme e consciência social, pois, querendo ou não esses são os meios que criam o senso crítico e formam as opiniões na população em geral. Uma imprensa manipulada tende a cada vez mais transformar o povo em marionetes, que independentemente do ambiente em que vivem, fazem só o que lhes é "informado".

Concluindo, eu acredito que é necessária uma reforma ética e que respeite os direitos humanos da população, porque por mais que a liberdade de informação seja exigida, os limites são necessários. E uma sociedade não existe sem limites.


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