terça-feira, 12 de novembro de 2013

64 perguntas para se fazer a um abortista (por Kevin DeYoung)


  • Do que deveríamos chamar aquele que ainda não nasceu e está no útero?

  • Se aquela entidade é um ser vivente, não é uma vida?

  • Se você surgiu primeiramente como uma simples célula, como pode aquele óvulo fertilizado ser algo diferente de um ser humano?

  • Não é mais correto dizer que você era um embrião, em vez de dizer que simplesmente veio de um?

  • Então quando é que um ser humano passa a ter o direito de viver?

  • Devemos dizer que o tamanho importa?

  • Um feto é pequeno demais para merecer nossa proteção?

  • Pessoas grandes valem mais do que pessoas pequenas?

  • Homens são mais humanos do que mulheres?

  • Um jogador de basquete grandão tem mais direito do que um pequenino jóquei?

  • Uma vida num útero não pode ser levada em conta simplesmente porque você não pode segurá-la em seus braços, ou colocá-la em suas mãos, ou vê-la em uma tela?

  • Desenvolvimento intelectual e capacidade mental deveriam se tornar a medida de nossa dignidade?

  • Crianças de três anos de idade valem menos que pessoas de trinta?

  • Um feto vale menos do que um ser humano formado porque não pode falar, contar ou ter consciência própria?

  • Um bebê brincando no berço tem de sorrir, ou acenar com a mão, ou recitar o alfabeto antes de merecer mais um dia de vida?

  • Se uma expressão de acuidade mental básica é necessária para se ter o direito de ser um membro da comunidade humana, o que deveríamos fazer com pessoas em estado de coma, pessoas muito idosas, ou a mamãe de cinquenta anos com Alzheimer?

  • E o que dizer de todos nós quando dormimos?

  • Deveríamos negar o direito de viver de um feto apenas pelo lugar onde vive?

  • O meio onde vivemos pode nos dar ou retirar algum valor?

  • Valemos menos do lado de dentro do que do lado de fora?

  • Podemos simplesmente ser mortos quando estamos nadando debaixo d’água?

  • O lugar onde estamos determina quem somos?

  • Uma travessia de vinte centímetros no momento do parto nos torna humanos?

  • Essa mudança de cenário transforma “coisas” em pessoas?

  • O amor é condicionado pela localização?

  • Deveríamos reservar a dignidade humana apenas para aqueles que não são dependentes de outros?

  • Apenas merecemos viver quando podemos viver por conta própria?

  • Um feto de quatro meses é inferior a um ser humano porque precisa de sua mãe para viver?

  • Uma criança de quatro meses é inferior a um ser humano quando ainda precisa de sua mãe para viver?

  • E se você precisar de uma diálise, ou insulina, ou um aparelho respiratório?

  • A dignidade é fruto do pleno funcionamento das nossas capacidades vitais?

  • A independência é um pré-requisito para nos identificar como ser humano?

  • Somos valiosos apenas quando podemos pensar, realizar tarefas, ou fazer as coisas por conta própria?

  • Se a vida de um feto é vida humana, o que justifica arrancá-la fora?

  • Seria justo tirar a vida de seu filho no aniversário de um ano porque ele veio à vida por meio de circunstâncias tristes e trágicas?

  • Você jogaria sua filhinha de um ano e seis meses no meio dos carros em tráfego porque ela tornou nossa vida difícil?

  • Uma criança de três anos de idade merece morrer porque pensamos que merecemos uma escolha?

  • O que você merece agora?

  • Quais são seus direitos como ser humano?

  • Você tinha esses mesmos direitos há cinco anos?

  • E quando você era um adolescente e nem podia dirigir?

  • E naquele tempo em que sua bicicleta tinha rodinhas de apoio?

  • Você era menos do que um ser plenamente humano quando brincava com terra?

  • E quando você usava babador?

  • E quando ainda mamava?

  • E quando cortaram seu cordão umbilical?

  • E quando você boiava no liquido amniótico e chutava aquela parede elástica?

  • E quando seu coração bateu pela primeira vez no monitor?

  • E quando cresceram suas primeiras unhas?

  • E quando se desenvolveram suas primeiras células?

  • Do que deveríamos chamar a criança no útero?

  • Um feto?

  • Um mistério?

  • Um erro?

  • Uma questão ideológica controversa?

  • E se a ciência, as Escrituras e o consenso chamarem-na de pessoa?

  • E se um feto, o bebê desastrado, a criança inocente, o adolescente indisciplinado, o calouro universitário, a noiva maquiada, a mãe de primeira viagem, a mulher trabalhadora, a vovó orgulhosa, e o velho amigo esclerosado não diferirem em tipo, mas apenas em tempo?

  • Onde na evolução a humanidade começa e termina?

  • Quando a vida passa a ter valor?

  • Quando começamos a valer alguma coisa?

  • Quando os direitos humanos se tornam nossos direitos?

  • E se Dr. Seuss estiver certo e uma pessoa for uma pessoa, sem importar o tamanho que tenha?

  • Por que celebrar o direito de matar o que você foi um dia?

  • Por que negar os direitos do pequenino que é o que você é?



Extraído de:


Ver o artigo ou a parte seguinte Ver o artigo ou a parte anterior Ver a página principal
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...