domingo, 8 de julho de 2012

A Morte de Jesus na Cruz! (PCamaral)

Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. (Romanos 5:8)



Por PCamaral


A morte de Jesus na cruz do Calvário é a maior prova e demonstração do imenso amor de Deus, tendo em vista a nossa salvação: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." (Rm. 5:8). Quando lemos a Bíblia, perceberemos, claramente, que até a Sua morte seria diferente dos demais seres humanos, como podemos confirmar pelos textos relacionados a seguir:


Antes de morrer seria escarnecido: “Todos os que me vêem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça: Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer.” (Sl. 22:7,8), “De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam: Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus.” (Mt 27:41-43).


Suas mãos e pés seriam furados: “Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés.” (Sl 22:16), “Disseram-lhe, então, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei. Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos, e Tomé, com eles. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente. Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!” (Jo 20:25-28).


Seria crucificado entre malfeitores: “Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.” (Is 53:12), “E foram crucificados com ele dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda.” (Mt 27:38), “Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, {Calvário; no original, caveira} ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda.” (Lc 23:33).


Ele intercederia pelos seus algozes: “Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.” (Is 53:12), “Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes”. (Lc 23:34), "Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus;” (Hb 9:24), “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo;” (I Jo 2:1).


Seus amigos o contemplariam de longe: “Os meus amigos e companheiros afastam-se da minha praga, e os meus parentes ficam de longe”. (Sl 38:11), “Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galiléia permaneceram a contemplar de longe estas coisas”. (Lc 23:49).


Ele sentiria sede e lhe dariam vinagre e fel: “Por alimento me deram fel e na minha sede me deram a beber vinagre”. (Sl 69:21), “Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte”. (Sl 22:15), “Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede! Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissopo, lha chegaram à boca.” (Jo 19:28,29), “deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando-o, não o quis beber.” (Mt 27:34).


Ele seria abandonado por Deus: “Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda.” (Sl 22:1), “Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27:46).


Seus ossos não seriam quebrados: “Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado.” (Sl 34:20), ”Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro que com ele tinham sido crucificados; chegando-se, porém, a Jesus, como vissem que já estava morto, não lhe quebraram as pernas.” (Jo 19:32,33).


Em uma sepultura de um homem rico colocariam seu corpo: “Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca.” (Is 53:9), “Caindo a tarde, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que era também discípulo de Jesus. Este foi ter com Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. Então, Pilatos mandou que lho fosse entregue. E José, tomando o corpo, envolveu-o num pano limpo de linho e o depositou no seu túmulo novo, que fizera abrir na rocha; e, rolando uma grande pedra para a entrada do sepulcro, se retirou.” (Mt 27:57-60).


A morte de Jesus na cruz foi voluntária: “Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai.” (Jo 10:17,18), preferindo morrer em nosso lugar para nos justificar diante de Deus, “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.” (II Co 5:21). Ele morreu de uma vez por todas para ser o único e suficiente salvador da humanidade, “Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação. (Hb 9:26-28), “Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus,” (Hb 10:12).


Tudo isto, comprova, o tipo de morte que estava reservada para Jesus. Ele sofreu por amor de todos nós, pecadores. Mas, graças a Ele, fomos reconciliados com Deus, pelo Seu sacrifício na cruz.


Existe um hino no Brados de Júbilo de numero 194 chamado Substituição [CC.92]. E tem como refrão o seguinte:


Morri, morri, na cruz por ti
Que fazes tu por mim?
Morri, morri, na cruz por ti
Que fazes tu por mim?



Medite no que Jesus precisou passar para que nós alcançássemos a salvação e analise o que temos feito por Ele em retribuição ao Seu amor, e pelos que, Ele, resgatou com Seu sangue.


Que Deus continue tendo misericórdia de todos nós!


Extraído de: PCamaral


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