segunda-feira, 21 de maio de 2018

Heroína exemplifica a defesa bíblica com arma no Brasil (por Joel McDurmon)


Uma tentativa amplamente divulgada de assalto à mão armada em São Paulo, no Brasil, e como uma mulher preparada com uma pistola escondida frustrou uma tentativa de assalto à mão armada com o que se revelou ser uma força letal. O episódio nos fornece algumas lições sobre a cosmovisão bíblica da defesa letal e nossos direitos inalienáveis ​​concedidos por Deus.

O Daily Mail escreve:
Uma filmagem de segurança mostra um suspeito chamado Elivelton Neves Moreira, de 21 anos, que se aproxima da multidão com uma arma do lado de fora de uma escola particular em São Paulo.
Mas sua tentativa de crime saiu pela culatra quando a policial militar Katia da Silva Sastre, de 42 anos, pegou sua própria arma e disparou três tiros. . .
O terrível ataque aconteceu no sábado, quando Sastre aguardava a abertura dos portões do colégio Ferreira Master.
Um bandido, vestido com uma jaqueta preta, casualmente se aproximou e anunciou o assalto enquanto apontava um revólver calibre 38 para o grupo de mães aterrorizadas e crianças pequenas. . .
Puxando sua arma da polícia da bolsa, ela carrega a arma e reage com velocidade, avançando e disparando três vezes, atingindo o assaltante no peito e na perna enquanto ele tenta atirar de volta.
O homem armado cai para trás na faixa de pedestres e dispara dois tiros no processo ao atingir o solo. O primeiro ricocheteia no chão sem atingir ninguém, e o segundo emperra na arma.

O episódio destaca vários aspectos-chave de uma cosmovisão bíblica. Como discutimos em nosso documento de posição sobre o direito de portar armas, "A Bíblia sustenta o uso de força letal na preservação do lar e da vida (Êxodo 22:2-3; Provérbios 24: 10-12; Ester 8-9: Neemias 4 e João 15:13-14)".

Um dos princípios é a capacidade de discernir a natureza do crime. Êxodo 22:2–3 diz que durante uma invasão à noite, no escuro, a força letal pode ser usada sem culpa. A suposição aqui é que, no escuro, você não pode dizer se um ladrão está desarmado ou não, ou se está tentando ferir ou simplesmente roubar. Você deve agir com base na suposição de que o dano letal é uma possibilidade, e você pode atirar para matar sem questionar.

Se o sol surgiu, no entanto, temos alguma capacidade de discernir de forma diferente. À luz do dia, você pode ver se o ladrão é também uma ameaça à vida ou não. Se ele está apenas saindo pela sua porta com a sua TV, você não tem permissão para atirar nele pelas costas. Este tipo de princípio está escrito na maioria das leis de força letal.

Também discutimos como "Jesus ensinou que os criminosos perdem a vida por meio de crimes violentos (Mateus 26:52)". Esse versículo vem no contexto em que Pedro tira uma espada e corta a orelha do servo do sumo sacerdote. Jesus responde: "Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão". O princípio aqui é que, à luz do dia, se alguém brandir uma arma letal, eles se anunciam como uma ameaça à vida pelo próprio ato. No progresso de um crime, certamente, eles se identificam como um legítimo sujeito de defesa letal. Você desenha a espada, você pode morrer pela espada. Esse é o mesmo princípio anunciado em Êxodo 22:2–3, aplicado apenas a ações em plena luz do dia.

É por essa razão que a Bíblia também sanciona a idéia básica por trás de suas leis básicas.

Isso é exatamente o que vemos no exemplo em São Paulo. Um homem tenta cometer um roubo com uma arma abertamente empunhada. Nesse ato, ele imediatamente se declarou uma ameaça letal à vida. Assim, ele também se declara um alvo legítimo de defesa letal.

O governador de São Paulo homenageou a sra. Sastre como heroína na TV nacional.

A parte triste perdida em tudo isso é que esse ato heróico só poderia ocorrer por causa das raras circunstâncias, em que a Sra. Sastre é uma policial de folga, armada, no lugar certo e na hora certa. Sendo um policial, o governo permite que ela carregue uma arma. Cidadãos comuns não podem.

Em São Paulo, como em muitos lugares, carregar uma arma é ilegal para a grande maioria dos cidadãos. Eles podem solicitar uma licença, mas precisam comprovar a necessidade de transporte. Atualmente, a "auto-defesa" não é considerada uma razão válida para o transporte e, portanto, a grande maioria não é apenas negada, mas o governo federal brasileiro usa essa e outras desculpas como base para confiscar as armas existentes conforme a vontade do governo.

Em uma sociedade piedosa, pessoas inocentes não ficariam à mercê da chance aleatória de que um policial de folga estivesse preparado em cena. Todo cidadão capaz tem o direito de portar armas para a defesa da vida e a prevenção de tais crimes violentos como este. Este é um direito dado por Deus. Uma sociedade piedosa reconhecerá isso. É uma sociedade perversa que nega, e assim o governo, seus agentes propensos e apoiadores têm culpa de sangue em suas mãos.

A Sra. Sastre merece ser chamada de heroína por suas ações. Justiça igual e proteção igual para todos exige que todo cidadão tenha a mesma oportunidade de defender a vida quando as poucas Sra. Sastres do mundo não estiverem por perto. A lei e o governo devem se submeter a Deus e reconhecer o direito de todos os cidadãos de portar armas.

Os estudantes de teologia,  líderes e cristãos brasileiros precisam estudar a doutrina bíblica do direito à vida e o direito de defendê-la com força até letal quando necessário. Então, eles precisam se juntar à luta por esses direitos até que eles sejam garantidos.

Traduzido livremente de:


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